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Demi being… well, Demi.

(via neverbreaks)

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"Você é aquele tipo de pessoa inconfiável, seus movimentos são joguinhos manipuladores, seus discursos nem se fala. Já faz tempo que parei de guiar minha vida com suas frases de parachoque de caminhão. Fui embora. Agora de uma vez. Sem volta e sem conversa. Voltei para a casa dos meus pais, mas não por muito tempo. Meu antigo quarto virou uma sala de cinema. Talvez eu volte pra Lisboa. Aliás, não te interessa. Não estou dizendo isso porque no fundo te quero ralando joelho pelas ruas atrás de mim. Não dessa vez. Não vem com bombons, não vem com desculpas, não vem com canções. Não vem. Se você tiver a fim de compreender o presente, precisa analisar o passado. Todo ele, dia a dia, cada palavra, seu borderô de atitudes passadas. Dá uma olhada em tudo que você fez e me diz. Viu? A novidade é que o dia que eu sempre prometi que viria, e que você nunca esperou chegar de verdade, veio. Eu cansei. Não sou mais eu. Contou os anos? Quanto tempo esperei por você? Você crescer, você mudar, você mostrar algum remorso. Você tem de querer. Embora eu queira muito, mesmo eu querendo em dobro, não há como querer por você. Só quem enfrenta longas esperas sabe como é o inferno por dentro. Eu sempre falei, um dia alguém tinha de te dizer não. Eu queria que não fosse eu, porque aí eu poderia ficar numa boa e assistir você sofrer, nem que seja calado num canto, mas sofrendo, mostrando algum arrependimento ou qualquer traço humano. Quem sabe eu até enfiaria os dedos ainda com aneis no meio dos seus cabelos e diria que tudo ficaria bem. Agora é tarde, meu anel já se foi, nem os dedos ficaram. Só que você sempre dá um jeito de se safar. Ficar seria tolerar suas mancadas. Você precisa perder pra entender onde errou, que isso que você faz é um erro, um dos feios. Que evitar e não tocar mais no assunto não é perdão ou esquecimento. É sufocar. E eu estava sufocando, morrendo na praia em frente ao mar de rosas que você anunciou, cheia de pétalas grudadas no céu da boca, entupindo os bofes, sem ar, uma vontade constante de regurgitar de volta suas garantias de araque. Partes de mim querem ir embora, partes de mim querem ficar. Ainda não terminei de gostar de você. Mas consegui. Agora fui. Porque comecei isso querendo ser sua companheira, passei a cúmplice das suas maldades, e ficar dessa vez vai me fazer sua comparsa. Não é um ‘até amanhã’ nem ‘até breve’ e nem ‘até mais’. É um ‘até você mudar’ ou ‘até você não ser mais quem você é’. Até nunca, então." - Gabito Nunes  (via aluguefelicidade)

(Source: esper4r, via aluguefelicidade)

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"Mais uma vez eu vou pro quarto com um caderno, um lápis e uma borracha na mão, no intuito de escrever um texto que ninguém nunca imaginara. E tudo começa bem, com os mais sinceros e belos desejos, que isso que aquilo. Era desejo meu escrever um texto com sequer uma migalha sua, porém, um assunto leva ao outro, que me leva àquele dia que te encontrei na rua e quis gritar o seu nome e dizer pra você correr de volta, pois estava sentindo uma saudade imensa, que leva àquele dia que fomos àquele restaurante que tocava algumas músicas legais, que leva àquele presente que eu fingi que adorei, mas que na verdade não tinha utilidade nenhuma. E tudo me leva aos desejos, que me lembra a saudade, que me dá ódio e nostalgia ao mesmo tempo. Que leva àquela sua amiga puta, que vez ou outra adorava fazer ciúme pra mim. Como se não bastasse a mediocridade de um ser só, você fazia questão de entregar o seu pênis de bandeja pra ela, como se não houvesse nada mais importante que um sexo barato e um boquete bem feito por ela. E quer saber? Há. E há muita coisa melhor que uma mulherzinha barata que só saber dar a quem paga mais. Tem eu. Eu. Eu que sempre aturei suas esquisitices e suportei as suas ejaculações que voavam longe. Eu que sempre suportei suas broxas e mesmo assim. Broxa da vida e de todos os seus probleminhas sem sal que você acha que são os maiores do mundo. E se te serve de consolo, existem pessoas com problemas pouco piores que os seus. E depois de horas tentando te satisfazer sexualmente, você me vem com uma de “cansei”. Cansou do que, me fala? De ficar embaixo, enquanto eu ficava em cima fazendo todo o movimento? Por favor. Olhe ao seu redor e encontre uma mulher que faria dar tripas o coração só pra te ver feliz e contente consigo mesmo. Não tem. Não tem, e você sabe disso. Porque aquela vaca da sua amiga pode até te atiçar, tentando me fazer ciúme enquanto enfia uma banana na boca, tentando te seduzir, querendo dar de graça. Eu juro que quis escrever sobre algo, além de escrever somente de você, pois assim como todos os outros textos, esse foi mais um dos que eu tive ódio ao escrever. Eu juro que o meu objetivo não era escrever sobre o amor enjoativo e chato que eu sinto por você. Esse não era pra ser seu, mas acabou sendo. Droga! E não se gabe. Não tenha orgulho de receber inúmeros textos meus, pois se você perceber direito, a maioria são sobre o ódio mortal que eu sinto por toda a sua idiotice de querer vir só de vez em quando. E também não perca a fé em mim, pois de todos os idiotas que já me apaixonei, você foi o mais completo. O que se sobrepôs sobre todas as idiotices alheias e mundanas. E mais uma vez eu escrevo sobre você como protagonista de uma história. Ou antagonista de um amor. Sabe se lá o que eu perco ou ganho com isso. Um dia eu publico o meu livro, e se o mesmo fizer sucesso, eu juro que enquadro uma foto enorme sua, e deixo do meu ladinho, e faço questão de te apresentar a todos os que vierem perguntar. E eu não te pouparei, sequer me pouparei. Direi com orgulho, pois o meu erro foi te amar, mas o meu acerto foi te citar. Fez sucesso, não fez? Esse negócio de amor meio clichê com um que de egocentrismo da parte de quem sofre, uma nostalgia aqui e um ódio perpétuo ali. Então, pessoal, esse é o idiota - que adoraria receber o boquete da vaca da amiga - que me ajudou a fazer o livro. Claro, fui eu que tive o trabalho e a perda de tempo de escrever sobre o que nós tínhamos e o que ainda temos. Ele tem uma contribuição neste livro, que tal aplaudir? E mais uma vez este texto vai ao maior idiota do mundo. E não importa se foi e ainda é amor. O importante é que se eu não o tenho, a vaca da amiga dele não o tem também. Ou tem? Vai saber. Quem sai perdendo é ela. Ou não, pois namorar o cara com o título de maior idiota do mundo tem lá suas vantagens." - Alugue Felicidade “Mabel ao ex, quem sabe eterno amor.”  (via aluguefelicidade)

(via aluguefelicidade)

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(Source: intiamaru79)

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